As Viagens da Helena são uma plataforma de Partilha

Aqui escrevo ora sobre os meus sonhos, ora sobre a minha experiência assim como da evolução do meu conhecimento! Aqui surgiu o conceito de Spiritual & Travel Coaching! De mim, nasceu o Universo 7. Sejam bem vindos!

A VIDA QUE SEGUE E NÃO PÁRA | VIAGENS DA HELENA

Antes de mais,  é com um enorme prazer que te recebo no universo das Viagens da Helena!

As Viagens da Helena contam, por um lado, parte da minha história e, por outro, como uma viagem alterou para sempre o curso da minha Vida. Como a descoberta e o aprofundamento sobre quem eu sou, inevitavelmente despertou a minha consciência.  

No entanto, ainda assim, eventualmente, talvez perguntes: Quem sou eu? Que viagens são estas? Será um blog de viagens? E porquê o Coaching? E o Spiritual & Travel Coaching? E então o Universo 7? Então, vamos lá …

Quem é a Helena?

Sou a fundadora e autora das Viagens da Helena e Criadora e Empreendedora do Programa de Spiritual & Travel Coaching Universo 7.

Se pensar mais que três segundos, sou
Sonhadora. Impulsiva. Optimista. Tempestiva. Generosa.
Vaidosa. Determinada. Mandona. Lutadora. Persistente. Orgulhosa. Assertiva.
Tolerante. Resistente. Extrovertida. Exagerada. E meiga, dizem!

Tudo mexido e misturado … Esta sou eu!

Sou apaixonada pelo Brasil. Empreender a minha Vida é o meu propósito. Descobri que a Felicidade estava na Superação dos meus obstáculos.

Quer acreditando em mim quer nos outros, sempre de braços abertos, largo as dúvidas e as incertezas, como confio na minha intuição. Rodeo-me de esperança. E, sem dúvida, agradeço, sempre! 

Para, logo depois, partilhar. Pois sei que nada possuo se não o partilhar. E, desse modo,  é na partilha que dignifico o conhecimento descobrindo que quanto mais dou mais recebo. E, por fim, de novo, agradeço a maravilhosa vida que me permito viver.

Por isso, me pergunto, todos os dias, onde estou? Estou no presente, a escrever a minha história! Para saber, sempre, de onde venho e para onde vou!

Que viagens são estas? 

Estas viagens são as viagens da minha Vida (que ocasionalmente se tornam em viagens geográficas). Ou seja, a viagem da vida que é a minha história e, por conseguinte, igual à de muitos outros. A história que eu escolhi viver. E continuo a escolher, mudando de rumo, de encontro à minha verdade. 

Quando fiz 40 anos senti que era uma mulher realizada, mas inquieta. Por mais que tivesse atingido grande parte dos meus objectivos propostos e realizado quase toda a minha lista de sonhos, não estava bem.

No momento em que revia a minha vida, era como se já não soubesse quem era. Revi os sucessos e os fracassos. As teimosias e as persistências. Até chegar ao momento que importa, agora.

O maior de todos os desafios internos viera com 18 anos. Um aneurisma fulminante trouxe-me um hemiparesia para a vida. Há quem diga que ao aceitar baixei os braços. Talvez. Mas só me ocorria lutar e nunca parei para saber os porquês. Não me interessavam simplesmente. Nunca me senti diferente. Aliás, diferente, sim, mas por ser única e por ter uma fé em mim que balançou muitas vezes, mas jamais caiu. E tornei-me uma fortaleza, onde tantas vezes não deixei o amor entrar. Apenas a luta.

Depois, os milagres. Primeiro, o milagre de ser mãe do Francisco contra todas as previsões e expectativas. E a seguir, ser mãe do António. Ser mãe foi e é o meu maior desafio externo. Os meus filhos são maravilhosos como todos os filhos de uma qualquer mãe. Os meus são fortes, inteligentes, sensíveis e independentes. Digo que são meus, mas sei que não me pertencem. Amo-os incondicionalmente. 

E por fim, a realização profissional. Primeiro, fui à falência. Não o considero necessariamente um fracasso, mas uma pedra no caminho. Adorava o que fazia, mas não era o tempo certo, nem as pessoas estavam preparadas. Há 20 anos, eu acreditava que o Porto era uma cidade fantástica com um potencial incrível.  Abri uma loja de artesanato urbano e tradicional, a Feito à Mão. A loja faliu em 6 meses. Depois com o mesmo conceito, divulgar a história das raízes do artesanato, fui feirante. Andava feliz de terra em terra.

No entanto, só eu achava que isso era felicidade. E penso que começa aqui o adormecer. Deixei-me engolir pelo aparentemente certo.

Tornei-me numa pequena empresária, com uma modesta Sala de Estudo, bem sucedida e a quem todos reconheciam a entrega, o empenho e o legado. Assim é há 15 anos. Embora recorde com muita alegria e realização esse tempo em que me dediquei exclusivamente a centenas de crianças e jovens (e sempre aos meus filhos que estavam comigo o tempo todo), sei que foi um tempo adormecido. Sei que vivi anestesiada numa realidade que agora já não mais me refletia.

E, sim, tinha agora um casamento socialmente encantador. Apenas. Percebi, ao fim de 20 anos, que vivera uma vida a tentar encontrar no outro o que me faltava. Claro, nunca encontrei. Houve amor, sim, houve muito amor. Não foi suficiente. Faltava o amor-próprio.

E, de tentativa em tentativa, veio o hábito e a culpa. O hábito das vivências, o hábito dos amigos, o hábito da tristeza, o hábito do nó na garganta. E a culpa de não querer mais, a culpa de acabar com a família idealizada, a culpa da separação, a culpa de querer ser eu mesma. 

Nesse meio tempo, onde é que eu estava? Embora fosse aparentemente feliz com a vida que havia construído até ali eu sabia que, na verdade, agora eu não o era.

Claro que eu tinha sido muito feliz! Em muitos momentos. Como não ser com tudo o que tinha sido agraciada ao longo da minha vida.  Mas agora tinha um amargo de boca. Um gosto que insistia em me lembrar dos sonhos. Os outros sonhos que andava adiar há anos. Os meus sonhos de menina! Percebi que a minha vida estava em suspenso. Eu não sabia realmente quem era. E era hora de descobrir.

Era uma tal inquietude! Esta inquietude que me acompanha desde sempre, e que se fez maior que eu. De tal forma, que aí percebi que tinha de agir. 

Eu precisava despertar e conseguir ser feliz comigo mesma. Assim, só. O que quer que isso fosse. Surpreendentemente, eu uma faladora nata, sentia que precisava de silêncio interno. Talvez provavelmente, onde eu pudesse encontrar a possibilidade de tudo. Concluindo, eu precisava de mim.

Para eu me expressar tal qual sou. Para me libertar dos meus limites e ser plena em consciência e em responsabilidade. E viajar! Assim, iniciei uma viagem interior jamais imaginada!

A VIDA QUE SEGUE E NÃO PÁRA | VIAGENS DA HELENA

E o que é, o que são as viagens da Helena? 

Ora bem, as Viagens da Helena são uma plataforma de partilha pessoal que se transformou num modo de vida. Até porque a sua história é a minha também. Mas não é um blog de viagens no sentido da partilha dos 7 melhores isto ou aquilo! Isso não! A viagem aqui é outra! A viagem aqui é interior e esta viagem é feita de sonhos, de objectivos, de metas e de felicidade!

Primeiro, eu tinha um sonho. O meu sonho era ir ao Brasil. Não só todos à minha volta sabiam disso, como também desde que me conheço por gente eu sonhava a verde e amarelo. Eu respirava Brasil. E o Brasil não saia de mim.

E a vida foi acontecendo. Por conseguinte, aconteceu do jeito que eu quis. Não me posso queixar. Em contrapartida, o sonho é que não. E crescia, crescia, mas não se realizava. Um dia, alguém muito próximo disse-me

“És ridícula! Falas nesse sonho com fantasia, mas não percebes que nunca o vais realizar. Põe os pés no chão”.

Lembro-me que foi para mim uma facada no peito (foi mesmo assim que me senti). Esmagada. A ser morta por dentro. Mesmo que não quisesse sentir tal comiseração, invadiu-me uma raiva, uma frustração, uma desilusão, um desespero que por instantes me sufocou. Ali, exactamente ali, eu percebi que não era mesmo quem julgava ser. Ali, eu percebi que tinha de ir atrás daquela que eu não sabia quem era. Por mais que custasse, eu tinha realmente que me descobrir.

Todos aqueles sentimentos negativos eu senti-os por mim. Por pena de mim! Não que alguma vez duvidasse que iria concretizar o meu sonho. Mas porque eu era uma pessoa que me enganava há tempo demais. Os outros não sabiam quem eu era. Porque nem eu sabia exactamente quem era. 

Comecei ali o rascunho de tudo o que se está a passar hoje na minha vida.

E porquê o Coaching?

Certamente, antes, eu tinha tido um sonho. Só que agora eu tinha um objectivo. A única coisa que eu não pensei foi que a meta que ia atingir era muito mais desafiadora e transformadora do que alguma vez pensei (conto-te mais abaixo!).

Durante meses e meses a fio, fui-me inteirando de informação necessária para levar esta aventura a cabo. Consultei blogs, li livros e revistas, vi filmes e documentários, escrevi textos, tirei notas. Preparei-me.

Preparei-me para a a maior aventura da minha vida. A partir dessa viagem a minha consciência de realidade mudou. O caminho que eu percorri mudou completamente a minha vida. Tudo o que parecia ser para sempre, esfumou-se. Essa mudança veio acompanhada de uma extrema felicidade interior. Tal como de muita dor também. 

Afinal, vim a saber, depois de me procurar, perdida que estava, que a felicidade sempre lá tinha estado. Tinha sido e é o meu caminho. 

Descobri assim que a felicidade é um estado de alma. De se Ser. E descobri também que eu era Coach muito antes de o saber.

Entretanto, regressei à vida de todos os dias. E, de repente, não sabia mais quem era. E (nem vos digo, nem vos conto) fiquei completamente perdida. Tudo o que era certo ruiu como um castelo de areia. Questionei toda a minha vida. Não só não podia viver daquela forma, bem como pus em causa a minha acostumada realidade. A forma que muita gente idealiza. Mas não eu. Nesse sentido, perdi o rumo. E, no entanto, não sabia exactamente o que queria, já que o que não queria o sabia há muito tempo. 

Escrevia apaixonadamente o blog. Contava a minha viagem de sonho ao Brasil.  Foi um sonho muito lentamente construído. Ir ao Brasil. Conta como esse sonho se transformou em realidade.

Percebi que tinha vivido duas viagens numa só, por um lado, tinha atravessado o oceano para ir ao Brasil. E, por outro, tinha mergulhado nas águas profundas do meu interior.

 Precisava encontrar-me e então fui em busca de conhecimento. Decidi iniciar um percurso em busca de consciência e crescimento e desenvolvimento pessoal. Aprofundei o meu conhecimento e fiz uma Certificação Profissional em Storytelling. Depois, seguindo um momento de inspiração que chegou até mim vindo do Brasil aceitei uma sugestão, quebrei uma crença e mergulhei durante um ano na Formação e Certificação Profissional de Coaching. 

Conheci muitas pessoas inspiradoras que tomei para exemplo. Falei com a minha família e disse-lhes o que queria da minha vida (e das mudanças que isso implicaria na nossa vida, que também são eles). Li livros reveladores. Estudei dias e noites seguidas. E trabalhei. Trabalhei muito neste novo desafio. E, neste desafio, surge a tal meta que falei antes.

A minha meta é Empreender a minha Vida (de novo)

 E o Spiritual & Travel Coaching?

Depois das viagens. Depois Coaching. Inesperadamente, começou a burilar na minha mente o conceito de desenvolvimento pessoal aliado ao acto de viajar. Ter tempo para despertar dentro de nós sentimentos e emoções que nos levam a uma maior consciência e responsabilidade sobre as nossas escolhas. Acho que é isso que são as Viagens da Helena!

Sem dúvida,  as viagens são um dos meios de transformação pessoal mais eficaz e poderoso, ao alcance de todos e para todos, que traz a mudança desejada por tantos.

Em suma, Spiritual & Travel Coaching é ter tempo para viajar unindo o desenvolvimento pessoal ao lazer e à criatividade da viagem.

Viajar apoiado por um coach que potencializa as tuas capacidades. As capacidades de seres o melhor que podes e queres ser. Ainda com mais Consciência e Responsabilidade. 

E então, o Universo 7?

Ao mesmo tempo que as Viagens da Helena se transformaram, embora continuando a ser um Blog, surge dentro da plataforma de partilha o Programa de Spiritual & Travel Coaching, o Universo 7. 

Este programa foi elaborado a partir da minha experiência de vida. Pretende inspirar quem lê as minhas histórias e se revê nas minhas viagens de vida. E, num processo de motivação e empenho, as façam considerar o caminho para a SUA própria felicidade pessoal.

Com efeito, as viagens, as geográficas e as interiores, acompanham o empreender de Vidas. Tanto da minha vida, como da tua vida. Das nossas vidas. 

Aqui, onde se fala de viagens, de alegrias, de tristezas, de amor, de felicidade, de desgostos, de amizade, de perseverança, de frustração, de sonhos, de dor, de realidade, de transformação, de propósito de vida. Aqui desperta-se o melhor que há em cada um nós! Uma vez que se provocam mudanças. A maior de todas. A mudança da nossa vida. 

Com toda a certeza, este é  o caminho perfeito do que se quer simples e completo. É o encontro com a nossa essência! E, na essência de tudo, as viagens da vida. Que por certo se querem imprevistas, coloridas, audazes, um complemento de vida vivida, com o diferencial de cada experiência, em cada cenário, em cada aroma, em cada sabor, em cada som, em cada toque, sentidos à prova da medida do tempo!

Porque eu acredito que, se acaso dúvidas tiveres, 

 Quando a viagem começa dentro de ti, o mundo aguarda-te.

Em suma, este é um dos caminhos percorridos em busca da felicidade. Do mesmo modo que eu vou continuar por cá nas Viagens da Helena, também te aguardo  numa viagem Universo 7. Agradeço o teu tempo. Espero do fundo do coração que tenhas gostado. Enfim, espero que te tenhas sentido acarinhado.

Um abraço,

Helena

Gostaste? Que bom! Deixa um comentário. Partilha com os teus amigos!S