No último sábado, a Cristina apresentou na Alfândega do Porto o seu livro Sentir. E eu estive lá. Porque o amor tem muitas formas e esta é apenas mais uma.

Agradeço profundamente cada dia do ano que agora finda. Que seja este que se aproxima rico em vivências e pleno de realizações.

E do tanto que já fiz lembrei-me … de como este ano de 2016 começou há 25 anos e de como precisamos de tempo para compreendermos tudo o que a vida nos tira, nos troca e nos dá!

Tomei um banho demorado e frio e descansei sobre os lençóis brancos, da cama imensa, sem horas, com o vento quente a fazer dançar as cortinas leves, pois outra história, nas muitas histórias da minha vida, estava prestes a começar!

as lágrimas não param de rolar … É alegria mas brindada com muita emoção!

Os olhos punham-se em mim como a questionar quem era, se estava mesmo sozinha, e eu, por minha vez, sentia-me inquieta. Estar sozinha não é cómodo. Não é fácil. Mas eu sabia desde sempre que nada era fácil. Sorria, disfarçando uma serenidade que não tinha.

O número sete representa a totalidade, a perfeição, a consciência, a intuição, a espiritualidade e vontade.

Eu prefiro sempre escolher. Por vezes não me agrada. Sei até que nem sempre estou certa. Mas as escolhas impõe-se.

Pratica o despego dos bens e segue somando riquezas.

A minha vida tem tantas vidas quantas as músicas que tocam no meu gira-discos.

Eu sou de paixões! Muitas paixões. Apaixono-me por homens e mulheres, por animais, flores e objectos e dedico-me, mas não sou fiel, sou de todos um pouco e, por vezes, não sou de ninguém.

E pergunto-me, todos os dias, para onde vou? Vou pelo mundo contar a minha história!